É melhor tentar e falhar, que ocupar-se em ver a vida passar.
É melhor tentar, ainda que em vão, que nada fazer.
Eu prefiro caminhar na chuva, do que em dias tristes me esconder em casa.
Prefiro ser feliz, embora louco, do que viver em conformidade.
Ingredientes
Massa:
1 embalagem de 100g de Sweet Coco Sococo
3 cenouras médias raladas
5 ovos
200g de manteiga (temperatura ambiente)
2 colheres de sopa de óleo
2 xícaras de chá de açúcar
2 ½ xícaras de chá de farinha de trigo
1 pitada de sal
1 colher de sopa de fermento em pó
Cobertura:
170g de chocolate meio amargo triturado
1 colher de manteiga
2 colheres de sopa de água
Preparo
Massa: Junte a cenoura, o óleo, os ovos, a manteiga, e o açúcar e coloque no liquidificador
até obter uma mistura cremosa, adicione a farinha, o sal e o fermento e bata até ficar homogêneo,
misture o Sweet Coco Sococo. Unte uma assadeira, despeje a massa e ao forno médio por
40 minutos ou até que, ao enfiar um palito no centro da massa, ele saia seco. Retire do forno,
deixe amornar e desenforme.
Cobertura: Derreta, em banho-maria, o chocolate com a água e a manteiga.
Cubra o bolo. Sirva em temperatura ambiente.
Quando beirava a morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:
1 - Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2 - Que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas, etc)
3 - Que suas mãos fossem deixadas para fora, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:
1 - Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO
têm o poder de cura perante a morte;
2 - Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros, para que as pessoas possam ver que
os bens materiais aqui conquistados, aqui permaneceram;
3 - Quero que minhas mãos balacem ao vento, para que as pessoas possam ver que de mãos
vazias viemos e de mãos vazias partimos.
Passados bons anos após a trajetória de Alexandre o Grande, percebemos que hoje temos verdadeiras hordas de "pequenos" entre nós.
São aquelas pessoas que convivemos ou assistimos no nosso cotidiano que levam a cabo a verdadeira noção do ter ao invés do ser.
Cabe a nós a decisão do lado que queremos ficar.
Peço a Deus que conforte o coração de sua mãezinha e das pessoas que verdadeiramente amavam você,
o Brasil também passou a te amar, as mães sofrem com a sua mãe, que a justiça dos homens esclareça
quem lhe tirou a vida assim tão covardemente, e que assim você possa finalmente descançar em paz.
“Era uma vez o azul do céu que pinta o papel e molha no mar
Era uma vez uma menininha uma princesinha querendo voar
Ela mistura o céu com sonho e fantasia
Ela imaginou que se transformaria em borboleta
Viajaria o mundo e não se cansaria e pousaria aonde houvesse alegria
A borboleta
E asa ela ganhou pra longe ela voou foi colorindo tudo onde passou”
Eu tenho tanto pra lhe falar
Mas com palavras não sei dizer
Como é grande o meu amor por você
E não há nada pra comparar
Para poder lhe explicar
Como é grande o meu amor por você
Nem mesmo o céu
Nem as estrelas
Nem mesmo o mar
E o infinito
Não é maior que o meu amor nem mais bonito
Me desespero a procurar
Alguma forma
De lhe falar
Como é grande o meu amor por você
Nunca se esqueça nem um segundo
Que eu tenho o amor
Maior do mundo
Como é grande o meu amor por você
Cultive a alegria em dose máxima.
Alegria, porém, não é barulho; é um estado de alma de quem sente em si a plenitude da vida.
A alegria provém de dentro de nós mesmos, da consciência tranqüila,
do cumprimento exato de nossos deveres, e vibra em nós apesar de todos os sofrimentos,
calúnias e injustiças. Seja alegre sempre e, quando a tristeza quiser encobrir o sol de sua vida,
entoe um cântico de louvor ao Pai, e a luz brilhará novamente em você.
É exatamente assim que me sinto, FELIZ, REALIZADA e em TOTAL PLENITUDE.